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Sistema de Prontuário Médico com Segurança e Backup Automático

Escolher um sistema de prontuário é diferente de escolher um caderno digital. O que está em jogo é o histórico clínico de todos os seus pacientes, com guarda obrigatória por vinte anos e responsabilidade legal em caso de perda. Esta página trata do lado de infraestrutura: onde o dado fica, quem acessa e o que acontece se algo der errado.

✓ Certificado Digital Incluso ✓ Implantação em 2 Horas ✓ Conformidade CFM e LGPD
20 anos Guarda exigida por lei
0 Servidor no consultório
100% Registro de acessos
  • Backup Automático em Nuvem

    O histórico não depende do computador da recepção. Se a máquina queimar ou for roubada, o prontuário continua íntegro e acessível.

  • Acesso por Perfil de Usuário

    A recepcionista agenda sem enxergar dado clínico. Cada profissional acessa o que lhe compete, como a LGPD exige em dado sensível de saúde.

  • Rastro de Quem Alterou o Quê

    Toda edição fica registrada com autor e data. Em auditoria ou questionamento judicial, o histórico de alterações é o que sustenta o registro.

Prontuário em Computador Local é um Risco que Poucos Calculam

Ainda é comum encontrar consultórios com o prontuário instalado em um único computador, às vezes com backup em pen drive feito quando alguém lembra. O problema não é a ferramenta em si, é a concentração de risco: um HD que falha, um ransomware ou um furto levam junto o histórico clínico de anos, que a legislação obriga a guardar por duas décadas. A perda de prontuário não é apenas transtorno operacional; é falha de dever de guarda, com consequências éticas e legais para o profissional. Em sistema de nuvem, o dado fica replicado em infraestrutura com redundância, e a recuperação não depende de ninguém ter lembrado de fazer cópia na sexta-feira. Vale também a pergunta inversa, que quase ninguém faz na hora de contratar: se você decidir trocar de sistema, consegue exportar a base inteira?

O Que a LGPD Exige de um Sistema de Prontuário

Dado de saúde é classificado como dado pessoal sensível pela Lei Geral de Proteção de Dados, o que eleva o nível de exigência sobre quem o trata. Na prática, três pontos precisam estar resolvidos no sistema. O primeiro é o controle de acesso: nem todo mundo do consultório pode ver tudo, e o sistema deve permitir separar quem agenda de quem atende. O segundo é o registro de operações, que permite demonstrar quem acessou ou alterou determinado prontuário e quando. O terceiro é a segurança do armazenamento, com criptografia e infraestrutura adequada. Um sistema que não separa perfis de acesso coloca o consultório em situação frágil diante de uma fiscalização, mesmo que nunca tenha havido vazamento. No MRD esses três pontos são padrão, não item de plano avançado.

Conteúdo revisado pela equipe do MRD em .

Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre Sistema de Prontuário Médico com Segurança e Backup Automático

Por quanto tempo preciso guardar o prontuário do paciente?

A guarda mínima é de vinte anos a contar do último registro, conforme resolução do Conselho Federal de Medicina. O sistema deve garantir a preservação nesse período.

Se eu ficar sem internet, perco o acesso ao prontuário?

O acesso depende de conexão, como qualquer sistema em nuvem. Em compensação, o histórico não fica preso a um computador específico e continua íntegro mesmo se a máquina do consultório falhar.

A recepcionista consegue ver o prontuário dos pacientes?

Não, se você não quiser. O controle de acesso por perfil permite que a recepção use apenas o agendamento, sem visualizar dado clínico.

Consigo migrar os prontuários do sistema que uso hoje?

Depende do formato de exportação do sistema atual. Fale com nossa equipe para avaliar a viabilidade da migração antes de contratar.

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